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Suspeita de matar personal trainer de Barbosa Ferraz foi presa em Campo Mourão; Guilherme Montani foi morto a tiros quando saía da academia em Itajaí (SC)

Guilherme Montani era natural de Barbosa Ferraz, filho dos agricultores Toninho Montani e Dirlei Montani, do bairro rural Raposinha.

Suspeita de matar personal trainer de Barbosa Ferraz foi presa em Campo Mourão; Guilherme Montani foi morto a tiros quando saía da academia em Itajaí (SC)
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Foi presa na madrugada desta segunda-feira (5) a mulher de 31 anos suspeita de assassinar o personal trainer Guilherme Montani, de 34 anos, morto a tiros na saída de uma academia em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, em novembro de 2025.

A suspeita, Juliana Ferraz, ex-companheira da vítima, foi localizada no centro de Campo Mourão e teve o mandado de prisão temporária cumprido. Guilherme era natural de Barbosa Ferraz, onde seu corpo foi sepultado.

Desde o dia do crime, familiares da vítima demonstravam apreensão e receio de que a suspeita pudesse vir para a região de Barbosa Ferraz, o que acabou se confirmando.

Prisão ocorreu após denúncia anônima

A Polícia Militar foi acionada após denúncia anônima informando que uma mulher com mandado de prisão expedido pelo Estado de Santa Catarina estaria trabalhando em uma lanchonete no centro de Campo Mourão.

Durante a abordagem, a suspeita apresentou um nome falso, mas entrou em contradição ao ser questionada, revelando posteriormente sua verdadeira identidade. Após a confirmação do mandado judicial, ela foi encaminhada ao Departamento de Polícia Penal de Campo Mourão (DEPEN), onde permaneceu presa.

Segundo informações oficiais, a mulher deu entrada na Cadeia Pública de Campo Mourão às 0h34 desta segunda-feira, conforme confirmou o delegado Roney Péricles, responsável pela investigação.

Crime e investigação

Guilherme Montani foi assassinado a tiros na noite de 18 de novembro, ao sair do trabalho na academia Smart Fit, no centro de Itajaí. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou a ser acionado, mas a morte foi confirmada ainda no local.

A investigação aponta que a suspeita não aceitava o fim do relacionamento, encerrado no início de 2025, o que teria motivado o crime. Imagens de câmeras de monitoramento, relatos e o reconhecimento por testemunhas reforçaram a autoria da mulher presa em Campo Mourão.

Como a academia onde a vítima trabalhava ficava próxima ao batalhão da Polícia Militar, policiais se deslocaram rapidamente ao local após ouvirem os disparos. Guilherme foi encontrado caído ao lado de sua moto, com diversos ferimentos causados por arma de fogo. No estacionamento, foram localizados estojos e projéteis espalhados, além de uma peruca, que pode ter sido utilizada pela suspeita para dificultar a identificação. O objeto foi apreendido.

Repercussão

Guilherme Montani atuava como personal trainer, realizava avaliações físicas e também prestava consultoria on-line. A morte causou grande comoção nas redes sociais, especialmente entre alunos, colegas de profissão e praticantes de musculação em Itajaí. Ele era natural de Barbosa Ferraz, filho dos agricultores Toninho Montani e Dirlei Montani, do bairro rural Raposinha.

Mensagens de despedida destacaram o perfil humano e profissional da vítima. “Que tristeza. Gui era gentil, amável, querido por todos. Inacreditável”, escreveu uma aluna.

O inquérito policial segue em andamento e deve ser concluído nos próximos dias.

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