Odilio Balbinotti Filho e Tânia Balbinotti viralizaram na internet ontem (9). Eles foram apontados como sendo financiadores de golpistas nos ataques de ontem em Brasília. Odilinho, como é conhecido, é natural de Santo Antonio da Platina e formado pela Universidade Estadual de Maringá e atuava no ramo farmacêutico em Londrina. Ele nega que tenha financiado “atos que atentem contra prédios públicos”.

O casal bolsonarista teria patrocinado vários ônibus que saíram do Mato Grosso para a capital federal. “Eles pagavam diária de 200 reais para cada manifestante”, diziam as postagens em redes sociais. Eles possuem negócios em Rondonópolis (MT).

Odilinho, que quase foi candidato a governador do Mato Grosso e critica fortemente o presidente Lula em seus perfis, publicou em resposta no Facebook que o site MidiaJur “fez uma acusação muito grave”, (AQUI) que o casal não estava ontem em Brasília nem financiou “atos que atentem contra prédios públicos”. Acrescentou que vai interpelar judicialmente o site.

Balbinotti, pai, foi vereador e prefeito por dois mandatos em Barbosa Ferraz, disputou a Prefeitura de Maringá em 1992 e deputado federal por vários mandatos; há alguns anos está com a Doença de Alzheimer. Odílio, gaúcho de Gaurama, chegou a ser indicado pelo então presidente do MDB, Michel Temer, para ministro da Agricultura no primeiro mandato de Lula, em 2007. Chegou a ser anunciado por Lula, mas denúncias de que ele tinha problemas com financiamento agrícola o fez desistir de assumir o cargo. Por trás de um dossiê com as denúncias estaria o deputado federal Ricardo Barros (PP), que anos depois se tornaria líder de Bolsonaro na Câmara.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações do Rigon